Segundo o Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro), que representa os postos de combustíveis no estado, o preço estaria saindo da fase de estabilidade e entrando numa tendência de alta. Aumentos já impostos pelas distribuidoras aos postos deverão chegar às bombas em breve.
De acordo com o Minaspetro, somente de 1º a 3 de julho, as distribuidoras teriam elevado o preço do álcool hidratado entregue ao varejo em 19,47%. No mesmo período, o reajuste do anidro (adicionado à gasolina) foi de 16,13%. “Claro que a alta vai chegar ao consumidor, porque a rede varejista não pode absorver os aumentos”, afirma o presidente do Minaspetro, Sérgio de Mattos.
Segundo ele, o preço médio do álcool em junho do ano passado era R$ 0,6653. No mês passado, ainda ficou 9,51% abaixo do preço de 2008: R$ 0,6020. A situação começou a mudar no início deste mês. “Sem incluir impostos e fretes, o preço do álcool ficou em R$ 0,5810, entre 1º e 05 de junho. Já no período entre 29 de junho e 03 de julho, foi a R$ 0,6941”, conta.
Para o presidente do Minaspetro, os aumentos praticados pelas distribuidoras indicam uma tendência de elevação também nas bombas. Entretanto, ele evitou fazer uma previsão da extensão a que podem chegar os aumentos do preço do produto ao consumidor. “Pode ser que as condições de mercado até mudem, e essa tendência seja interrompida, mas agora, o que se verifica é que o preço está subindo”, considera.
A origem dos aumentos está nas usinas. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Minas Gerais (Siamig/Sindaçúcar), Luiz Custódio Martins, a fase é de recuperação de preços. “Na primeira semana de julho deste ano, conseguimos equiparar o preço com o cobrado no mesmo período do ano passado”, diz o presidente da Siamg, entidade que representa os usineiros. O litro de álcool entregue ao mercado saiu de R$0,61 em junho para R$ 0,72 no início deste mês. Apesar dessa recuperação, afirma Martins, o setor ainda trabalha com cotações abaixo do preço de custo, que seria de R$ 0,77.
Conforme o empresário, a tendência de alta para o consumidor se mantém porque os usineiros estariam reduzindo a oferta, menos pressionados pela necessidade de fazer caixa. “Eles estão conseguindo se capitalizar com a safra em curso e com o melhor preço conseguido com a venda de açúcar”, diz. Agora, a produção estaria sendo armazenada e não mais desovada a preços inferiores aos pretendidos só para garantir a capitalização do setor.
De acordo com o Minaspetro, somente de 1º a 3 de julho, as distribuidoras teriam elevado o preço do álcool hidratado entregue ao varejo em 19,47%. No mesmo período, o reajuste do anidro (adicionado à gasolina) foi de 16,13%. “Claro que a alta vai chegar ao consumidor, porque a rede varejista não pode absorver os aumentos”, afirma o presidente do Minaspetro, Sérgio de Mattos.
Segundo ele, o preço médio do álcool em junho do ano passado era R$ 0,6653. No mês passado, ainda ficou 9,51% abaixo do preço de 2008: R$ 0,6020. A situação começou a mudar no início deste mês. “Sem incluir impostos e fretes, o preço do álcool ficou em R$ 0,5810, entre 1º e 05 de junho. Já no período entre 29 de junho e 03 de julho, foi a R$ 0,6941”, conta.
Para o presidente do Minaspetro, os aumentos praticados pelas distribuidoras indicam uma tendência de elevação também nas bombas. Entretanto, ele evitou fazer uma previsão da extensão a que podem chegar os aumentos do preço do produto ao consumidor. “Pode ser que as condições de mercado até mudem, e essa tendência seja interrompida, mas agora, o que se verifica é que o preço está subindo”, considera.
A origem dos aumentos está nas usinas. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Minas Gerais (Siamig/Sindaçúcar), Luiz Custódio Martins, a fase é de recuperação de preços. “Na primeira semana de julho deste ano, conseguimos equiparar o preço com o cobrado no mesmo período do ano passado”, diz o presidente da Siamg, entidade que representa os usineiros. O litro de álcool entregue ao mercado saiu de R$0,61 em junho para R$ 0,72 no início deste mês. Apesar dessa recuperação, afirma Martins, o setor ainda trabalha com cotações abaixo do preço de custo, que seria de R$ 0,77.
Conforme o empresário, a tendência de alta para o consumidor se mantém porque os usineiros estariam reduzindo a oferta, menos pressionados pela necessidade de fazer caixa. “Eles estão conseguindo se capitalizar com a safra em curso e com o melhor preço conseguido com a venda de açúcar”, diz. Agora, a produção estaria sendo armazenada e não mais desovada a preços inferiores aos pretendidos só para garantir a capitalização do setor.
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