quinta-feira, 16 de julho de 2009

Polícia já trata como homicídio a morte de Michael Jackson


O Departamento de Polícia de Los Angeles está tratando a morte de Michael Jackson como um homicídio e aponta para o médico Conrad Murray, informa o site de celebridades TMZ.com. A família do Rei do Pop cita “perguntas sem respostas” relacionadas ao papel de Murray nas últimas horas de Jackson. Os advogados de Murray insistem, no entanto, que ele foi liberado de qualquer envolvimento na morte.
Citando “múltiplas” fontes policiais, o TMZ afirma que “a evidência aponta para o anestésico Propofol como causa primária da morte de Jackson”. Fontes policiais indicaram ao TMZ que existem muitas evidências convincentes que apontam Murray, 51 anos, como a pessoa que administrou o medicamento, que tem como nome comercial Diprivan, em Jackson.
A evidência, segundo o TMZ, inclui objetos encontrados na mansão alugada pelo rei do pop, incluindo o Propofol e um tanque de oxigênio. O remédio é usado pelos médicos para induzir à inconsciência, para anestesias gerais durante cirurgias em hospitais.
A notícia do TMZ foi divulgada depois que funcionários do Instituto Médico Legal revistaram na terça-feira o consultório de um dermatologista que tratava Jackson para obter o histórico médico adicional do astro.
Os investigadores analisam o possível papel dos medicamentos na morte de Jackson, ocorrida em 25 de junho aos 50 anos, depois de sofrer uma parada cardíaca.
Um dos irmãos de Jackson, Tito, afirmou a um jornal britânico, que “Michael fez tudo para que não soubéssemos de nada sobre o consumo de medicamentos”. “Não deixamos de perguntar sobre o consumo de remédios. Ele negou o tempo todo”.

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